
Por Dal Marcondes, especial para o Instituto Ethos
A decisão do governo de incluir o mecanismo de Reed em suas propostas para a COP15 pode viabilizar uma economia baseada em produtos florestais sustentáveis.
A Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação (Redd) ganhou novo destaque na pauta da COP-15, em Copenhague, quando serão definidos os mecanismos de combate às mudanças climáticas a partir de 2012. É que, na semana passada, o presidente Lula, se reuniu com a Força Tarefa sobre Redd e Mudanças Climáticas, composta por governadores dos nove Estados da Amazônia, e ao final aceitou que as florestas sejam parte da pauta brasileira em Copenhague. Nas palavras do coordenador geral da Força Tarefa sobre Redd e Mudanças Climáticas, Virgílio Viana a reunião marca um divisor de águas: “A partir de agora temos o desafio de construir um mecanismo de mercado compensatório para Redd”.
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