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quinta-feira, 1 de abril de 2010

Nestlé financia destruição de floresta e põe orangotangos no rumo da extinção


As florestas tropicais da Indonésia e seus orangotangos estão precisando desesperadamente de um refresco! Participe da cyberação e peça para a Nestlé dar um tempo as florestas! clique aqui!

Na manhã do último dia 17, protestos pipocaram por toda a Europa contra a destruição das florestas que servem de habitat para orangotangos na Indonésia. O motor dessa devastação, que colocou os primatas à beira da extinção, é a conversão do uso do solo de mata virgem para o plantio de palmáceas.

A Nestlé, que sustenta essa atividade comprando óleo de palma da Indonésia para produzir chocolates como o Kit kat, foi o alvo das manifestações no continente europeu, parte de uma campanha global que o Greenpeace lança hoje contra a companhia. A Nestlé por enquanto continua jogando de ponta de lança no time das empresas que estimulam a destruição das florestas tropicias.

Além de financiar a derrubada em massa de mata na Indonésia e empurrar os orangotangos para o abismo da extinção, a Nestlé está contribuindo para agravar o aquecimento global. Florestas ajudam a regular o clima e acabar com o desmatamento, uma das maneiras mais rápidas de reduzir as emissões de Co2 na atmosfera.

Foi por isso que escritórios da Nestlé na Inglaterra, Holanda e Alemanha acabaram sendo palco de protestos por ativistas do Greenpeace, pedindo para que a empresa deixe de utilizar óleo de palma proveniente da destruição de área antes ocupada por florestas na Indonésia.



As manifestações concidiram com o lançamento de um novo relatório do Greenpeace – 'Pega com a mão na cumbuca: como o emprego de óleo de palma pela Nestlé tem um impacto devastador na floresta tropical, no clima e nos orangotangos' (em inglês) – que expõe os laços entre a Nestlé e fornecedores de óleo de palma, como a Sinar Mas, que estão ampliando suas plantações em florestas de turfa (ricas em carbono) e nas florestas tropicias da Indonésia.

Além da produção de óleo de palma, a Sinar Mas também é proprietária da Ásia celulose, a maior empresa de papel da Indonésia. A empresa também infringe a lei da Indonésia ao destruir as florestas protegidas para cultivar plantações de óleo de palma.

Como todos devem saber, a Nestlé é a maior empresa de alimentos e bebidas do mundo. O que ninguém sabia até então era que a empresa também é um grande consumidor de óleo de palma produzido às custas do desmatamento das florestas tropicais. Nos últimos três anos, a utilização anual do óleo quase duplicou, alcançando a marca de 320000 toneladas que entram em uma enorme gama de produtos, incluindo o chocolate mega popular KitKat, que não é vendido no Brasil.

"Toda vez que você der uma mordida em um KitKat, você pode estar dando uma mordida nas florestas tropicais da Indonésia, que são fundamentais para a sobrevivência dos orangotangos. A Nestlé precisa dar aos orangotangos uma pausa e parar de utilizar óleo de palma de fornecedores que estão destruindo as florestas", disse Daniela Montalto, do Greenpeace internacional.

A fornecedora da Nestlé, Sinar Mas, é responsável por considerável destruição da floresta que serve de habitat para orangotangos




O lançamento do relatório segue numerosas tentativas de convencer a Nestlé a cancelar seus contratos com a Sinar Mas. Recentemente, o Greenpeace contactou várias vezes a empresa com provas sobre as práticas da Sinar Mas, mas mesmo assim a Nestlé continua usando o óleo de palma da Indonésia em seus produtos.

Diversas empresas importantes, incluindo a Unilever e Kraft, cancelaram os contratos de óleo de palma com a Sinar Mas. A Unilever cancelou um contrato de 30 milhões de dólares no ano passado. A Kraft cancelou o seu em fevereiro. "Outras grandes empresas estão agindo, mas a Nestlé continua fechando os olhos para os piores infratores. É tempo de a Nestlé cancelar seus contratos com a Sinar Mas e parar de contribuir com a destruição das floresta tropical e de turfas," frisou Montalto.
Greenpeace Brasil

domingo, 11 de outubro de 2009

Saco é um Saco



Recusar ou diminuir o consumo de sacos e sacolas plásticas, adotar uma sacola retornável ou outra alternativa são ações típicas do consumidor consciente. Reduzir o consumo de sacolas plásticas é só o começo de uma sociedade mais sustentável.


Leia também: Plásticos são maior parte do lixo no mar, diz ONU

No embalo da campanha - Saco é um Saco -, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) lança o Dia do Consumidor Consciente - 15 de outubro - e propõe um desafio: - Um dia sem sacola plástica. A exemplo do que aconteceu no Dia Sem Carro, a ideia da ação é despertar a consciência ambiental nos consumidores e incentivá-los a recusar as sacolas plásticas em suas compras nesta data, adotando uma sacola retornável ou outra alternativa.


A campanha Saco é um Saco é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente que quer chamar a atenção do cidadão brasileiro para o enorme impacto ambiental de um hábito aparentemente inofensivo: pegar sacos e sacolas plásticas.

Os sacos e sacolas plásticas são produzidos a partir do petróleo ou gás natural, dois tipos de recursos não-renováveis. O impacto das sacolinhas começa aí: como consumimos sacolinhas aos bilhões em todo o mundo, e sendo elas descartáveis, a pressão por esses recursos naturais não para de aumentar. Depois de extraído, o petróleo passa pelo refino, que consome água e energia e emite gases de efeito estufa e efluentes.

Quando chegam ao consumidor, depois de servirem para o transporte das compras, a maior parte das sacolinhas é reutilizada para acondicionar o lixo - mas, como são de graça e muitas vezes de baixa qualidade, aquelas que rasgam ou são desnecessárias, seguem para o lixo, sequer sendo separadas para a reciclagem. E os recursos naturais utilizados em sua fabricação são desperdiçados, sobrando apenas um resíduo que demora séculos para se degradar para a natureza dar conta.

Muitos sacos e sacolinhas saem voando, outras são jogadas de qualquer maneira pela cidade. Essas sacolinhas desgarradas vão ajudar a entupir bueiros, ou se agarrar à fios de alta tensão, árvores, arbustos, ou acabarão boiando em corpos d’água e chegando aos oceanos. Nas cidades, as sacolas plásticas descartadas incorretamente agravam as enchentes e empoçam água das chuvas, podendo tornar-se focos de doenças, além de enfeiar o lugar onde moramos. Na natureza, podem ser ingeridas por animais, que sufocam ou engasgam ao confundí-las com alimentos.

Os problemas ambientais das sacolinhas plásticas são muitos, por que elas são muitas - são bilhões todos os anos! - e está em nossas mãos diminuir esse impacto. Basta dizer “Não, obrigado” quando oferecerem uma. Basta adotar uma sacola retornável ou outra alternativa. Basta olhar com outros olhos para nossas ações cotidianas.

A campanha Saco é um Saco quer a adesão de todos os brasileiros neste desafio. O consumo consciente é a resposta na qual o Ministério do Meio Ambiente aposta para diminuir o impacto ambiental coletivo dos sacos e sacolinhas plásticas, e sua participação é fundamental para isso. Leia mais
Fonte: MMA
Foto:Pense ECO

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Participe da Campanha “Tictactictac”, contra o aquecimento global

Danielle Jordan / AmbienteBrasil
28/ 08 / 2009

Inicia amanhã, 29, a campanha “Tictactictac”, uma mobilização mundial para combater as causas das mudanças climáticas e amenizar seus efeitos. O nome faz alusão ao barulho de um relógio, lembrando a pressão do tempo sobre a reversão dos fatores que causam as mudanças climáticas.O movimento surgiu de várias ONGs como Greenpeace, WWF, Oxfam, Vitae Civilis, sindicatos, grupos religiosos e da sociedade civil. Juntos, eles vão trabalhar para concretização de propostas a serem apresentadas na COP-15, que acontece em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.Uma das ações da campanha é um convite à população a participar de um abaixo assinado, que pode ser acessado no endereço: http://www.tictactictac.org.br/.

O movimento espera que a mobilização sensibilize os representantes das nações que estarão reunidos na Dinamarca de 7 a 18 de dezembro, para que tomem decisões acertadas.A informação é outra sugestão da campanha que orienta os interessados a conhecer mais sobre o tema.Segundo a organização do evento, várias atividades estão programadas para este sábado nas capitais do Brasil, como inauguração de relógio para contagem, barulhaço no local do evento com apitos, cornetas, buzinas, relógios, panelas, etc, distribuição de material da campanha, teatro de bonecos, exibição de filmes, pintura de painéis sobre o clima e oficinas temáticas, caminhada ecológica, além de outras atividades. Confira abaixo a programação:- São PauloLocal:Parque do Ibirapuera, próx. Portão 10Horário: 13 às 15hs

- Rio de JaneiroLocal: Praia de Copacabana (em frente ao Copacabana Palace)Horário: 17 às 19hs
- BrasíliaLocal: parque da CidadeHorário: 10 às 13hs
- Porto AlegreLocal: Usina do gasômetroHorário: 15 às 17hs
- Belo HorizonteLocal:Praça da SavassiHorário: 10 às 12hs
- SalvadorLocal: Farol da BarraHorário: 15 às 18 hs - ManausLocal: Praça da Polícia (Praça Heliodoro Balbi / Palacete Provincial, s/n - Centro)Horário: 17 às 19hs
- RecifeLocal: Pracinha da Boa ViagemHorário: 09 às 12hs
- FortalezaLocal: Praça Tibúrcio CavalcanteHorário: 08:30 às 13hs
- TeresinaLocal:Av. Principal do Centro da CidadeHorário: Pela manhã
Leia mais sobre o assunto em: Adaptação às mudanças climáticas vai custar até 3 vezes mais, diz relatório.
(Fonte: http://www.ambientebrasil.com.br/)