Ao refletir sobre a Convenção de Copenhague que se aproxima, sobre o debate em torno da emissão de gases tóxicos e sobre as relações políticas entre os países desenvolvidos e emergentes em torno do tema, o professor José Eli da Veiga concedeu uma entrevista especial à IHU On-Line, por telefone.
O professor da USP considera que o Brasil poderia ter aproveitado melhor a situação favorável que teve diante da crise econômica “se tivéssemos hoje um sistema de ciência e tecnologia na rota do que precisa ser feito. Nós estaríamos aproveitando isso justamente para nos tornarmos em pouco tempo mais competitivos na linha da sustentabilidade, que é o elemento decisivo neste século”.
Eli da Veiga também fala sobre o que significa para o Brasil a pré-candidatura de Marina Silva à presidência, considerando que ela, além de encarnar o que é o futuro em função do ecodesenvolvimento, é, ainda, do ponto de vista pragmático, uma grande solução para o Brasil no impasse político e institucional em função das alianças com o Congresso.
Segundo ele, ”a diferença programática entre o tucanato e os petistas é muito pequena; é a questão da ênfase no papel do Estado. E o grande problema é que ambos são prisioneiros, são chantageados pelas oligarquias que souberam se organizar para chantagear o Lula do mesmo jeito que fizeram com Fernando Henrique. A perspectiva para o Brasil teria que ser de romper com esse esquema de uma hora ganha um, outra hora ganha outro, mas estão sempre presos a Sarneys, a Renans e a outros até piores. O rompimento disso seria, por exemplo, algum governo que pudesse aproximar o PT do PSDB numa coalizão. E acho que a única possibilidade que existe é da Marina”.
José Eli da Veiga é professor do Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), onde coordena o Núcleo de Economia Socioambiental (NESA). Além de artigos em periódicos científicos nacionais e estrangeiros, e diversos capítulos de obras coletivas, publicou 13 livros, entre os quais: A Emergência Socioambiental (São Paulo: Ed. Senac, 2007); Meio Ambiente & Desenvolvimento (São Paulo: Ed. Senac, 2006); e Desenvolvimento Sustentável - O desafio do século XXI (Rio de Janeiro: Garamond, 2005). É colaborador da coluna de opinião do jornal Valor Econômico. Clique aqui para ver a página pessoal do entrevistado.
Confira a entrevista no Mercado Ético
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Frigoríficos se comprometem com desmatamento zero na Amazônia
Ivy Farias
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A organização não governamental Greenpeace assinou hoje (5) com os frigoríficos Marfrig, Bertin, JBS-Friboi e Minerva, os maiores do país, um compromisso para que estas empresas não comprem mais carne de produtores que contribuem com o desmatamento da floresta. Segundo a entidade, 80% das áreas desmatadas na Amazônia são ocupadas pela pecuária.
Para o diretor da campanha do Greenpeace, Paulo Adário, este é um passo fundamental no combate ao desmatamento. "É incrível que o principal setor responsável pelo desmatamento esteja comprometido com a integridade da floresta", afirmou.
Segundo ele, o compromisso inclui uma agenda com seis pontos, como o monitoramento do desmatamento na cadeia produtiva e cadastro de todas as fazendas produtoras. "O prazo depende do tipo de fornecedor. Para o boi de corte, os frigoríficos têm seis meses para identificar todas as fazendas. Já para os criadores de bezerros, por exemplo, são dois anos", completou.
O compromisso firmado pelas empresas também se refletirá na política externa brasileira. De acordo com Adário, o Brasil participa de uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) em Copenhagem em alguns meses para discutir o aquecimento global e "será positivo para a imagem do país mostrar que seus maiores produtores estão comprometidos com o meio ambiente".
Segundo estudos do Greenpeace, um hectare da floresta é transformado em pasto para gado a cada 18 segundos. Para o diretor do Greenpeace, Marcelo Furtado, em breve o consumidor brasileiro poderá comprar carne tendo certeza que não está contribuindo para o desmatamento. "É segurança para o consumidor, que saberá exatamente que está comprando sem agredir o meio ambiente".
Agência Brasil
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Repórter da Agência Brasil
São Paulo - A organização não governamental Greenpeace assinou hoje (5) com os frigoríficos Marfrig, Bertin, JBS-Friboi e Minerva, os maiores do país, um compromisso para que estas empresas não comprem mais carne de produtores que contribuem com o desmatamento da floresta. Segundo a entidade, 80% das áreas desmatadas na Amazônia são ocupadas pela pecuária.
Para o diretor da campanha do Greenpeace, Paulo Adário, este é um passo fundamental no combate ao desmatamento. "É incrível que o principal setor responsável pelo desmatamento esteja comprometido com a integridade da floresta", afirmou.
Segundo ele, o compromisso inclui uma agenda com seis pontos, como o monitoramento do desmatamento na cadeia produtiva e cadastro de todas as fazendas produtoras. "O prazo depende do tipo de fornecedor. Para o boi de corte, os frigoríficos têm seis meses para identificar todas as fazendas. Já para os criadores de bezerros, por exemplo, são dois anos", completou.
O compromisso firmado pelas empresas também se refletirá na política externa brasileira. De acordo com Adário, o Brasil participa de uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) em Copenhagem em alguns meses para discutir o aquecimento global e "será positivo para a imagem do país mostrar que seus maiores produtores estão comprometidos com o meio ambiente".
Segundo estudos do Greenpeace, um hectare da floresta é transformado em pasto para gado a cada 18 segundos. Para o diretor do Greenpeace, Marcelo Furtado, em breve o consumidor brasileiro poderá comprar carne tendo certeza que não está contribuindo para o desmatamento. "É segurança para o consumidor, que saberá exatamente que está comprando sem agredir o meio ambiente".
Agência Brasil
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Dia nacional de adotar um animal

Confiram os animais que estão para adoção na AVA e no Adote Cuiabá
A cachorrinha da foto, a Penélope, está para adoção!
Vininha F. Carvalho (*)
Todo mundo consegue fazer a diferença como um protetor dos animais, mas a dúvida é: como? Algumas posturas, que podem e devem ser adotadas em seu dia-a-dia tornarão suas atitudes produtivas. A vontade de ajudar nos impulsiona a levantar e ir a luta, não esperando apenas que as oportunidades cheguem até nós. Nos permite tomar iniciativas criativas e sensatas , compreender que a responsabilidade social é algo que precisa ser desejado e conquistado. A defesa do direito dos animais se faz estimulando a cidadania.
Agregar valores é uma proposta de aprendizado, é sinônimo de fortalecer e crescer. O dia 4 de outubro, é dedicado a São Francisco de Assis, o verdadeiro protetor dos animais. Não consigo vislumbrar, um dia melhor que este, para aproximarmos as pessoas dos princípios que envolvem a adoção responsável dos animais abandonados domésticos. O objetivo desta data, é permitir que as pessoas se envolvam com a causa dos animais, mantendo um contato próximo com os problemas mais viáveis de serem solucionados. A partir daí elas serão aos poucos envolvidas, e num processo natural de evolução, irão buscando resolver problemas mais complexos, que necessitam de conhecimentos mais aprofundados.
Precisamos conscientizar. Mostrar que o problema dos animais abandonados tem solução , que isto não está relacionado diretamente com a existência deles , por isto eliminá-los não resolve nada, precisamos sim, alterar a maneira que o ser humano os vê dentro da sociedade.É preciso mudar as atitudes para rever os conceitos.Eles são regidos pelas leis da natureza, onde lhes é concedido o direito á vida. O ser humano, criou tantas leis, que hoje esta perdido na sua essência. A partir do momento que as pessoas começarem a compartilhar riquezas interiores , aprendendo a SOMAR , tudo começara a mudar.Leia mais
Floresta tropical fossilizada dá pistas sobre efeitos de mudanças climáticas
Cientistas encontraram numa floresta tropical fossilizada de 300 milhões de anos, nos EUA, pistas dos efeitos que o aquecimento global pode ter sobre biomas atuais semelhantes, entre eles o amazônico.
Equipe liderada pelo pesquisador Howard Falcon-Lang, da Universidade de Londres, que descobriu a floresta de plantas gigantes numa mina de carvão no estado de Illinois, em 2007, verificou que, durante épocas glaciais, a mata secou e se retraiu, ficando à beira da extinção. No entanto, quando a floresta se fossilizou, numa fase mais quente, ela novamente tinha uma grande variedade de espécies tropicais.
“Estas descobertas mudam radicalmente nosso entendimento das primeiras florestas tropicais da Terra. Costumávamos achar que estes eram ecossistemas estáveis, sem alteração por dezenas de milhões de anos. Agora sabemos que são incrivelmente dinâmicos, sendo constantementes afetados pela mudança climática”, afirmou Falcon-Lang, segundo nota divulgada pela Universidade de Londres. O artigo com os resultados da pesquisa foi publicado na edição de outubro da revista "Geology".
O estudo da floresta fossilizada pode ajudar a prever como a mudança climática vai impactar a Amazônia. “Se pudermos entender como o clima afetou as florestas tropicais num passado distante, poderemos inferir como irão responder no futuro. Mostramos que, dentro de certos limites, as florestas tropicais são resistentes à mudança climática. No entanto, uma alteração climática extrema pode levá-las além de um ponto sem retorno”, disse o pesquisador.
A floresta tropical gigante descoberta pela equipe de Falcon-Lang em Illinois é a maior de seu tipo no mundo e ficou fossilizada no período carbonífero, quando se formou a maior parte das reservas de carvão mineral do mundo. (Fonte: Globo Amazônia)
Equipe liderada pelo pesquisador Howard Falcon-Lang, da Universidade de Londres, que descobriu a floresta de plantas gigantes numa mina de carvão no estado de Illinois, em 2007, verificou que, durante épocas glaciais, a mata secou e se retraiu, ficando à beira da extinção. No entanto, quando a floresta se fossilizou, numa fase mais quente, ela novamente tinha uma grande variedade de espécies tropicais.
“Estas descobertas mudam radicalmente nosso entendimento das primeiras florestas tropicais da Terra. Costumávamos achar que estes eram ecossistemas estáveis, sem alteração por dezenas de milhões de anos. Agora sabemos que são incrivelmente dinâmicos, sendo constantementes afetados pela mudança climática”, afirmou Falcon-Lang, segundo nota divulgada pela Universidade de Londres. O artigo com os resultados da pesquisa foi publicado na edição de outubro da revista "Geology".
O estudo da floresta fossilizada pode ajudar a prever como a mudança climática vai impactar a Amazônia. “Se pudermos entender como o clima afetou as florestas tropicais num passado distante, poderemos inferir como irão responder no futuro. Mostramos que, dentro de certos limites, as florestas tropicais são resistentes à mudança climática. No entanto, uma alteração climática extrema pode levá-las além de um ponto sem retorno”, disse o pesquisador.
A floresta tropical gigante descoberta pela equipe de Falcon-Lang em Illinois é a maior de seu tipo no mundo e ficou fossilizada no período carbonífero, quando se formou a maior parte das reservas de carvão mineral do mundo. (Fonte: Globo Amazônia)
COP 9
Medir a desertificação para poder combatê-la

Por Marcela Valente, da IPS
Buenos Aires, 05/10/2009 – Para avançar na defesa dos solos, os países que integram a Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação adotaram na capital argentina ferramentas semelhantes às utilizadas no caso da mudança climática. A Nona Conferência das Partes desta convenção (COP 9) aconteceu em Buenos Aires entre 21 de setembro e sábado passado, um dia depois do previsto. Representantes de 193 países acordaram indicadores para medir a deterioração do solo e a criação de um painel de cientistas.
Como a Conferência das Partes da Convenção Marco das Nações Unidas sobre a Mudança Climática, a referente à desertificação contará com seu próprio mecanismo intergovernamental de especialistas para estudar o fenômeno, informou a presidência da conferência em Buenos Aires. O IPCC (Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática) foi criado em 1989 e premiado em 2007 com o Nobel da Paz, juntamente com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore.
Os delegados da conferência sobre desertificação decidiram criar um órgão que opere como autoridade mundial interdisciplinar na matéria, que integra cientistas das áreas acadêmicas e governamental, semelhante ao IPCC. As partes também aprovaram uma série de indicadores para acompanhar e avaliar periodicamente a degradação do solo em terras que foram desertificadas, mas, não todos os propostos pelos especialistas. Atualmente não existe um sistema de medição comum deste fenômeno ambiental que causa pobreza, fome e migração nos países mais afetados e que contribui com o aumento da temperatura na atmosfera.
Leia mais na Envolverde
domingo, 4 de outubro de 2009
4 de outubro - Dia Mundial dos Animais

Infelizmente passamos mais um Dia Mundial dos Animais sem muita coisa para comemorar, pois continuamos a explorar e maltratar estes nossos companheiros de moradia.
Declaração Universal dos Direitos dos Animais
1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.
Preâmbulo:
Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,
Proclama-se o seguinte
Artigo 1º
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.
Artigo 2º
1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.
Artigo 3º
1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.
Artigo 5º
1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.
Artigo 6º
1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.
Artigo 7º
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º 1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.
Artigo 9º
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º
1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.
Artigo 11º
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.
Artigo 13º 1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.
Artigo 14º
1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.
A foto é do blog Quiosque
Plano B para salvar a civilização???

Por Ricardo Voltolini, da Revista Idéia Socioambiental
Acabo de viver a rica experiência de editar o Plano B 4.0-- Mobilização para Salvar a Civilização, o importante livro de Lester Brown, um dos mais notáveis pensadores mundiais da sustentabilidade.
Fundador do Worldwatch Institute, em 1974, e presidente do Earth Policy Institute desde 2001, Brown ficou conhecido pela série de relatórios “O Estado do Mundo” e também por ser um militante de ideias claras para os grandes desafios ambientais da humanidade. Nesses tempos de aquecimento global, ele tem sido um porta-voz qualificado da transição para uma economia de baixo carbono e interlocutor frequente de líderes políticos em todo o mundo.
Seu Plano B para “salvar a civilização” baseia-se em quatro metas interdependentes: estabilizar o clima e a população, eliminar a pobreza e restaurar os suportes da natureza, como água, solo e ar. Convicto de que é possível mudar, Brown se apoia em um repertório de experiências mundiais bem-sucedidas que podem ser replicadas no esforço necessário e urgente, por exemplo, de reduzir o uso de água para irrigação, melhorar a produtividade do solo para segurança alimentar, planejar cidades mais centradas nos indivíduos, reflorestar áreas degradadas, controlar a natalidade ou incorporar o custo do carbono no preço de produtos.
Leia mais
Homenagem a Mercedes Sosa
Mercedes Sosa foi a cantora ativista das grandes causas da Ámerica Latina.Ontem ela deixou este continente que tanto amou.
Árvores do Brasil
Jacarandá de Espinho

Confiram este site sobre Árvores do Brasil . Ainda está em construção mas já tem um número razoável de árvores.
sábado, 3 de outubro de 2009
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